A construção civil de Brusque encerrou 2025 sem registrar mortes em canteiros de obras. Esse dado é histórico e reflete um trabalho contínuo de orientação e qualificação. O presidente do Sintricomb, Izaías Otaviano, atribui esse resultado a um processo iniciado em 2013, que prioriza a segurança do trabalhador.
Investimentos em Segurança
Desde 2013, o sindicato tem investido em treinamentos e fiscalizações. Normas como a NR-18 e a NR-35 foram implementadas para garantir condições adequadas de trabalho. Cada acidente fatal é visto como uma falha coletiva. Portanto, não ter mortes em 2025 é um resultado a ser celebrado.
Valorização do Servente
O servente é essencial na construção civil, mas ainda é pouco valorizado. Izaías Otaviano destaca que esse profissional é fundamental em todas as etapas da obra. O sindicato tem promovido cursos específicos para ampliar a qualificação e reconhecimento dessa categoria.
Escassez de Profissionais de Comando
Há uma escassez de profissionais em cargos de comando, como mestres de obra. Muitos se aposentaram e a renovação não tem acompanhado a demanda. Isso pode impactar a qualidade das obras, especialmente em um setor em expansão.
Parcerias para Formação
Para enfrentar a falta de mão de obra qualificada, o Sintricomb busca parcerias com o Senai. Essa colaboração visa oferecer cursos de formação técnica, essenciais para o crescimento do setor. Investir em qualificação não deve ser visto como custo, mas como uma garantia de produtividade e segurança.
O que muda na prática
- Brusque não registrou mortes em 2025, um marco histórico.
- O trabalho de segurança é contínuo e começou em 2013.
- Serventes são essenciais, mas precisam de mais valorização.
- Escassez de profissionais de comando pode afetar o setor.
- Parcerias com o Senai são fundamentais para a formação.
Conclusão
O cenário em Brusque é um exemplo de que investimento em segurança e qualificação pode gerar resultados positivos. O trabalho do Sintricomb e a liderança de Izaías Otaviano mostram que é possível construir um ambiente de trabalho seguro e produtivo. Contudo, a valorização dos profissionais e a formação contínua são essenciais para manter esse progresso. O futuro da construção civil em Brusque depende da capacidade de adaptação e do diálogo entre trabalhadores e empresas.
Fonte: olhardovale.com.br




