O comércio catarinense está em alta! Um crescimento de 4% em janeiro de 2026, comparado ao mesmo mês do ano anterior. E adivinha? Isso é mais do que a média nacional de 2,8%. Os dados foram divulgados pelo IBGE e mostram que Santa Catarina não está apenas acompanhando a recuperação econômica, mas liderando o caminho!
O que está por trás desse crescimento?
O presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, atribui esse resultado a uma combinação de fatores. Em 2025, o estado viu uma explosão de turistas argentinos, mas agora, mesmo com menos visitantes, o comércio se adaptou. Setores como a venda de materiais de escritório dispararam 42% em janeiro. Isso é o que eu chamo de resiliência!
Crescimento acumulado impressionante
Quando olhamos para o acumulado dos últimos doze meses, o cenário é ainda mais otimista. O crescimento do varejo em Santa Catarina chegou a 5,5%, o segundo maior do país, perdendo apenas para o Amapá, que teve 7,7%. Isso significa que, desde o fim da pandemia, o comércio catarinense não via um desempenho tão robusto.
Varejo ampliado: uma visão mais ampla
No entanto, nem tudo é um mar de rosas. O varejo ampliado, que inclui vendas de materiais de construção, veículos e atacarejo, teve um crescimento mais modesto: apenas 0,9% em janeiro e 2,5% no acumulado de doze meses. Aqui, o destaque fica por conta dos materiais de construção, que cresceram 6,2%, o segundo melhor resultado do país, atrás apenas do Espírito Santo.
Pontos-chave
- Crescimento de 4% em janeiro de 2026 em SC.
- Média nacional de crescimento é de 2,8%.
- Crescimento acumulado de 5,5% nos últimos doze meses.
- Vendas de materiais de escritório subiram 42%.
- O varejo ampliado cresceu 0,9% em janeiro.
Conclusão
O que você está esperando? O comércio catarinense está se recuperando e se expandindo, mas isso não significa que o caminho será sempre fácil. O crescimento é uma oportunidade, mas também traz riscos. Avalie sua posição, considere as tendências e, se você está em posição de agir, faça isso agora! O tempo de esperar é passado, o momento de agir é agora!
Fonte: sindifisco.org.br




