O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, chegou com tudo. No seu primeiro pronunciamento, ele não se esquivou da pressão. O governo federal está preparando medidas alternativas para lidar com a alta do diesel. E a pergunta que fica é: o que você vai fazer com essa informação?
Medidas em Andamento
Durigan anunciou uma proposta de isenção do ICMS sobre a importação do diesel até o fim de maio de 2024. O custo estimado dessa desoneração? Cerca de R$ 3 bilhões por mês. Isso mesmo, bilhões! E a União vai compensar 50% das perdas de arrecadação. Mas, e os estados? Apenas um governador, o do Piauí, respondeu positivamente até agora. Isso é preocupante, não acha?
Fiscalização e Ajustes
O ministro também destacou que outras ações estão em curso. O governo não está parado. Reforço na fiscalização e ajustes na tabela de frete são algumas das iniciativas. E não para por aí. A desoneração de tributos federais como PIS/Cofins sobre o diesel também está na mesa. A questão é: será que essas medidas serão suficientes para conter a alta dos combustíveis?
O que Está em Jogo
A situação é crítica. A guerra no Oriente Médio está afetando os preços e, se não houver ação rápida, a crise pode se agravar. Durigan mencionou que o governo está preparado para novas intervenções, dependendo da evolução do cenário internacional. E se as coisas piorarem? O que você fará? Ficar parado não é uma opção.
Pontos-chave
- Dario Durigan assumiu em 20 de outubro de 2023.
- Proposta de desoneração do ICMS até maio de 2024.
- Custo estimado de R$ 3 bilhões por mês.
- Apenas o governador do Piauí concordou com a desoneração.
- Durigan classificou a proposta como ‘generosa’.
- Ações incluem reforço na fiscalização e ajustes na tabela de frete.
Conclusão
As decisões que estão sendo tomadas agora podem ter um impacto significativo no futuro econômico do país. A desoneração do diesel é uma questão de urgência e, se não agir, os resultados podem ser desastrosos. Você está preparado para o que vem a seguir? Mantenha-se informado e não hesite em cobrar ações efetivas do governo. O tempo é essencial!
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br




