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Mini Globe Race: A Travessia dos Veleiros e os Desafios do Mar

Paulo Chaves

11/02/26
Mini Globe Race: A Travessia dos Veleiros e os Desafios do Mar

Após mais de 24 mil milhas náuticas e 300 dias em alto-mar, onze veleiros da Classe 5,80 da Mini Globe Race atracaram na Recife Marina. Este momento marca uma pausa de sete dias durante o Carnaval, permitindo que os velejadores recarreguem as energias antes de enfrentar a reta final de sua jornada.

O Desafio da Mini Globe Race

A Mini Globe Race é uma regata de volta ao mundo solitária que desafia a habilidade e resistência de seus participantes. Com um percurso total de mais de 28 mil milhas náuticas, a competição exige que os velejadores naveguem por mares desafiadores e enfrentem condições adversas. Os barcos, medindo apenas 5,80 metros, são construídos artesanalmente, o que torna cada travessia ainda mais impressionante.

O Percurso até Recife

Os velejadores partiram em 23 de fevereiro de 2025, e antes de chegar a Pernambuco, fizeram uma parada na ilha de Santa Helena, que está a aproximadamente 1.800 milhas náuticas da Recife Marina. Essa etapa foi crucial, pois os velejadores enfrentaram dificuldades, incluindo a necessidade de manobras arriscadas para limpar algas gigantes que se prenderam em suas embarcações.

Desafios e Superações

Os desafios não foram apenas físicos, mas também psicológicos. Keri Harri, um dos velejadores, optou por não utilizar o motor elétrico permitido pela regata, o que o levou a ficar preso em calmarias e a cair para a última posição. Além disso, a atracação na ilha de Santa Helena foi complicada, com pelo menos dois barcos tendo que garrear por quase um quilômetro devido ao fundo marinho difícil.

  • Onze veleiros da Classe 5,80 estão na Mini Globe Race.
  • A atracação ocorreu na Recife Marina, durante o Carnaval.
  • Os velejadores partiram em 23 de fevereiro de 2025.
  • A regata cobre mais de 28 mil milhas náuticas.
  • Antes de Recife, o grupo parou na ilha de Santa Helena.
  • A linha de chegada é na Academia Nacional de Vela, em Antígua e Barbuda.

A Reta Final da Competição

Com a Recife Marina como última parada, os velejadores se preparam para um sprint final de 4.000 milhas náuticas até a linha de chegada. Cada um deles já navegou por todos os 360 meridianos de longitude, um feito notável na história da navegação. Enquanto alguns competidores, como Dan Turner, do barco Immortal Game, ainda buscam a vitória, outros refletem sobre a experiência e a jornada que os trouxe até aqui.

Conclusão

A Mini Globe Race não é apenas uma competição, mas uma verdadeira prova de resistência e habilidade. Os desafios enfrentados pelos velejadores durante a travessia nos lembram que, mesmo em um mar de incertezas, a determinação e a paixão podem nos levar a novas alturas. À medida que se aproximam do fim, é importante observar como cada um deles lida com a pressão e quais lições podem ser extraídas dessa experiência única.

Fonte: nautica.com.br

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