Em 2026, o mercado imobiliário deverá passar por uma transformação significativa, onde a experiência de morar será priorizada em relação ao tamanho dos imóveis. Essa mudança, que já se manifesta em grandes cidades como São Paulo, promete impactar diretamente o setor em Santa Catarina, onde a busca por micro moradias bem conectadas tende a aumentar.
Transformação na experiência de morar
A partir de 2026, o conceito de morar se transformará, focando menos em ter mais espaço e mais em conveniência e qualidade de vida. Essa mudança reflete uma nova forma de escolha de endereço, onde a proximidade de serviços, transporte e opções culturais se tornará um diferencial crucial. O compacto, que antes era visto como uma alternativa, passará a ser a principal opção para aqueles que desejam residir perto do trabalho e das facilidades urbanas.
Condomínios como plataformas de estilo de vida
Outra tendência importante é a evolução dos condomínios, que se transformarão em plataformas de estilo de vida. Em vez de simplesmente oferecer apartamentos, os empreendimentos passarão a integrar espaços de trabalho, lazer e convivência em suas estruturas. Isso significa que o morador buscará resolver suas necessidades diárias dentro do próprio condomínio, reduzindo deslocamentos e promovendo uma experiência de vida mais integrada e eficiente.
O papel do esporte e bem-estar no novo mercado
Um exemplo dessa nova abordagem é o Netcorp Tower, que se destaca por ser o primeiro residencial do Brasil a incluir uma quadra de pádel integrada. Fabrizio Bevilacqua, CEO da Netcorp, enfatiza que essa inclusão reflete a demanda por bem-estar e socialização no ambiente urbano. O crescimento do pádel como esporte de convivência é um indicativo claro de como as preferências dos moradores estão mudando, buscando espaços que promovam saúde e interação social.
Opinião
As tendências apontadas para 2026 revelam um mercado imobiliário que se adapta às novas demandas dos consumidores. A busca por micro moradias e a valorização de condomínios como extensões do lar são sinais de que a experiência de morar deve ser cada vez mais priorizada. Para Santa Catarina, isso representa uma oportunidade de inovação e adaptação às necessidades de um público em transformação.




