O Pix por aproximação completou um ano e, adivinha? A adesão ainda é baixa! Isso é alarmante ou uma oportunidade escondida? Vamos analisar!
O que diz o Banco Central?
Segundo o Banco Central, as transferências via Pix por aproximação corresponderam a apenas 0,01% do total de transações Pix em janeiro. Um total de 6,33 bilhões de transações, e apenas 1,057 milhão foi feito por aproximação. O valor movimentado? R$ 568,73 milhões em um mar de R$ 2,69 trilhões!
Por que tão pouco?
As restrições de segurança do Banco Central e os limites operacionais são barreiras. O diretor executivo da Associação dos Iniciadores de Transação de Pagamento, Gustavo Lino, aponta que a adesão é lenta, mas o potencial é grande. O que está impedindo você de experimentar essa modalidade?
A evolução do Pix por aproximação
Em julho de 2025, apenas 35,3 mil transações tinham sido feitas. Mas em novembro de 2022, o número ultrapassou 1 milhão pela primeira vez. O crescimento é exponencial! De R$ 95,1 mil em julho, pulou para R$ 133,151 milhões em dezembro. Você vai ficar de fora dessa?
Limites e segurança
O limite padrão para transações via Google Pay é de R$ 500. Mas você pode ajustar isso nos aplicativos das instituições financeiras. E não esqueça: a função Near Field Communication (NFC) precisa estar ativada no seu celular. Está pronto para dar esse passo?
O que observar
- Adesão ainda baixa, mas com potencial de crescimento.
- Limite de R$ 500 no Google Pay.
- Ative o NFC para usar o Pix por aproximação.
- Risco de juros em transações com cartão de crédito.
- Experiência de pagamento mais rápida e prática.
Conclusão
O Pix por aproximação tem um ano, mas ainda está em sua infância. A oportunidade está na evolução e na adesão crescente. Você vai ficar de fora enquanto outros aproveitam? A hora de agir é agora. Experimente, explore e não deixe essa chance passar!
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br




