O IGP-M registrou uma queda de 0,73% em fevereiro, revertendo a alta de 0,41% de janeiro. Isso não é apenas um número; é uma oportunidade! Estamos falando de uma deflação acumulada de 2,67% em 12 meses. O que isso significa para você? Vamos explorar.
O que está por trás da queda?
A queda do IGP-M foi impulsionada pelo recuo de commodities no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) recuou 1,18% em fevereiro, após uma alta de 0,34% em janeiro. Commodities como o minério de ferro (-6,92%), a soja (-6,36%) e o café (-9,17%) lideraram as quedas. Isso reflete uma retração em produtos essenciais para nossa economia.
Impacto nos contratos de aluguel
Agora, aqui está o truque: apesar da deflação, os inquilinos não devem esperar uma redução automática nos aluguéis. Por quê? Cláusulas contratuais impedem ajustes para baixo quando o IGP-M fica negativo. Então, mesmo que o índice mostre uma queda, os valores dos contratos permanecem inalterados. Um verdadeiro jogo de xadrez!
A hora de negociar é agora
Os especialistas estão dizendo: o momento é favorável para novas negociações de contratos. Gabriel Padula, CEO do Grupo Everblue, acredita que a queda do IGP-M reduz pressões sobre contratos indexados e melhora a previsibilidade para empresas. Mas atenção! Cyro Naufel, diretor do grupo Lopes, alerta que não existe um índice sempre inferior. A chave é a livre negociação entre as partes.
- O IGP-M caiu 0,73% em fevereiro, revertendo a alta anterior.
- Deflação acumulada de 2,67% em 12 meses até fevereiro.
- Cláusulas contratuais impedem ajustes automáticos para baixo.
- O IPA recuou 1,18% em fevereiro, impactando o IGP-M.
- O IPC desacelerou para 0,30% em fevereiro.
Conclusão
Portanto, se você é inquilino ou proprietário, a mensagem é clara: não fique parado! A queda do IGP-M é uma oportunidade de ouro para renegociar contratos de aluguel. O que você está esperando? A hora de agir é agora!
Fonte: portas.com.br




