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Reajuste de Medicamentos: O Que Esperar em 2023?

Paulo Chaves

31/03/26
Reajuste de Medicamentos: O Que Esperar em 2023?

Prepare-se, porque os preços dos medicamentos no Brasil vão subir. A partir de 31 de outubro de 2023, os reajustes podem chegar a até 3,81%. Isso mesmo! A Cmed estabeleceu novas regras e você precisa saber como isso impacta seu bolso.

O que está em jogo?

Os reajustes não são automáticos, mas a verdade é que eles podem ser significativos. Temos três níveis de reajuste: 3,81% para medicamentos com concorrência, 2,47% para média concorrência e 1,13% para pouca ou nenhuma concorrência. O que isso significa? Simples: a competitividade do mercado vai definir quanto você vai pagar.

O cenário atual

O reajuste médio permitido é de até 2,47%, o menor em 20 anos. Isso é um reflexo da inflação acumulada nos últimos 12 meses, que também está em 3,81%. Antes, os aumentos ultrapassavam 10% em anos anteriores. É uma mudança significativa, mas será que isso é bom ou ruim?

Regras específicas

Nem todos os medicamentos estão sujeitos a essas regras. Fitoterápicos, homeopáticos e certos medicamentos isentos de prescrição têm critérios próprios. Isso quer dizer que, dependendo do que você precisa, os preços podem não seguir essa lógica. É crucial ficar atento a essas particularidades.

O papel da Cmed

A Cmed é a responsável pela regulação do mercado de medicamentos no Brasil. Composta pelo Ministério da Saúde, Casa Civil e outros ministérios, ela estabelece critérios para garantir que a população tenha acesso aos medicamentos. A Anvisa atua como secretaria executiva, oferecendo suporte técnico. Essa estrutura é fundamental para evitar abusos e garantir a sustentabilidade do setor.

Pontos-chave

  • Reajuste de até 3,81% a partir de 31 de outubro de 2023.
  • Cmed regula preços de medicamentos no Brasil.
  • Três níveis de reajuste: 3,81%, 2,47% e 1,13%.
  • Regras específicas para fitoterápicos e homeopáticos.
  • Reajuste médio permitido é de até 2,47%.
  • Aumentos ultrapassaram 10% em anos anteriores.

Conclusão

Agora que você está por dentro das mudanças, a pergunta que fica é: o que você vai fazer com essa informação? Não agir pode significar pagar mais do que deveria. Avalie suas opções, converse com seu médico e fique de olho nos preços. O conhecimento é seu maior aliado. Não deixe para depois, informe-se e prepare-se para o que vem pela frente!

Fonte: folhadoestadosc.com.br

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