O Brasil está em um momento crítico. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) está correndo contra o tempo para atender às novas exigências da União Europeia até setembro de 2026. E, adivinha? O país ficou de fora da lista de nações autorizadas a vender carne bovina para o bloco europeu. Isso é um alerta vermelho!
A situação atual do Brasil no mercado europeu
Recentemente, a Comissão Europeia divulgou uma atualização e, pasmem, o Brasil não está na lista. Os vizinhos Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai estão lá, mas o Brasil? Não. Por quê? Porque o país não atende às novas regras que restringem o uso de antimicrobianos na produção animal. Isso é sério!
As novas regras da UE e suas consequências
As novas exigências da UE são claras: proibição do uso de antibióticos como promotores de crescimento na pecuária. Essa norma foi instituída em 24 de abril de 2026. As substâncias vetadas incluem avoparcina, bacitracina e virginiamicina. A medida visa conter a resistência de bactérias aos medicamentos, um problema crescente que não pode ser ignorado.
O papel da Abiec e as expectativas futuras
A Abiec representa 46 empresas responsáveis por 98% da carne produzida no Brasil. A receita gerada pela exportação de carne bovina para a UE nos quatro primeiros meses de 2026 foi de US$ 253,5 milhões. Isso mostra a importância do mercado europeu para o Brasil. E o que acontece se não atenderem às exigências? O eventual impedimento às exportações só ocorrerá se as garantias e adequações não forem apresentadas até a data limite.
O que observar para garantir acesso ao mercado europeu
- Monitorar as novas exigências da UE e suas datas de implementação.
- Trabalhar em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
- Preparar protocolos que atendam às normas de antimicrobianos.
- Estar pronto para a missão europeia ao Brasil no segundo semestre de 2026.
- Entender o impacto da proibição de antibióticos na produção.
Conclusão
O Brasil tem uma corrida pela frente. É preciso agir agora! A Abiec e o Mapa precisam de um plano sólido para garantir que o país não fique de fora do mercado europeu. A dor de não agir? Perder um mercado valioso. O ganho de agir? Acesso a uma receita significativa e a manutenção da competitividade no cenário global. Não fique parado! A hora de agir é agora!
Fonte: gazetadopovo.com.br




