Atenção, investidores! Uma nova exigência está mudando o jogo para as motos aquáticas nas áreas de São Paulo e São Sebastião. A partir de agora, o porte do rádio VHF é obrigatório. E isso não é só uma formalidade; é uma mudança que pode impactar o mercado de turismo e serviços náuticos. Vamos entender o que está em jogo?
O que muda com a nova norma
A exigência do rádio VHF se aplica às Áreas de Navegação Interior 2. Isso significa que, se você está envolvido com negócios na região, é hora de se adaptar. Motos aquáticas não podem mais trafegar sem escuta ativa no canal 16. E o que acontece se não seguirem a regra? Prepare-se para multas e até apreensão das embarcações!
Penalidades para infratores
Se você acha que pode ignorar essa norma, pense novamente. Infratores que não mantiverem escuta ativa no canal 16 estarão sujeitos a Auto de Infração e retirada de tráfego da embarcação. E se você for reincidente em menos de 48 horas? Aí a coisa fica feia: sua embarcação pode ser apreendida. É um risco que ninguém quer correr.
Quem está isento?
Não se preocupe, se você opera um Estabelecimento de Aluguel de Moto Aquática (EAMA) em áreas balizadas ou passeios guiados homologados, está isento dessa exigência. Mas para todos os outros, a regra é clara: o rádio VHF é necessário. Não deixe para depois, a hora de agir é agora!
Pontos-chave a considerar
- É obrigatório o porte do rádio VHF em motos aquáticas.
- Tráfego sem escuta no canal 16 resultará em penalidades.
- Reincidência em menos de 48 horas leva à apreensão da embarcação.
- A velocidade máxima no canal do Porto de Santos é de 9 nós.
- A norma não se aplica a motos aquáticas de Estabelecimento de Aluguel.
Conclusão
Em resumo, a nova exigência de rádio VHF não é apenas uma questão de conformidade; é uma oportunidade de se destacar no setor náutico. Se você está no negócio, adapte-se ou fique para trás. A mudança está aqui, e a hora de agir é agora. Não perca tempo, informe-se e prepare-se para o futuro!
Fonte: nautica.com.br




