Uma nova era está surgindo nas escolas de Santa Catarina. A Lei nº 19.130/2024 foi sancionada, e a inclusão do pinhão na merenda escolar é a grande estrela do show. Por que isso é tão importante? Porque essa medida não é apenas sobre comida; é sobre fortalecer a agricultura familiar e rejuvenescer a economia local!
A Lei e Seus Benefícios
Essa legislação, de autoria do deputado estadual Neodi Saretta (PT), estabelece que o pinhão deve ser adquirido diretamente de agricultores familiares. Isso significa que o dinheiro fica na comunidade. E adivinha? Os estudantes ganham acesso a um alimento tradicional e nutritivo da região. É um ganha-ganha!
Impacto nas Comunidades Rurais
Imagine o impacto positivo que isso terá nas comunidades rurais! A expectativa é que a lei ajude a movimentar a economia local, ampliando o mercado para os agricultores. Ao estimular o consumo de alimentos regionais nas escolas, estamos não só alimentando nossos jovens, mas também valorizando o que é nosso. E você, está pronto para apoiar essa mudança?
Exemplo de Sucesso em Urupema
Em Urupema, essa ideia não é nova. O pinhão já faz parte da merenda escolar há anos, e a aceitação tem sido incrível! Na Escola Nucleada Municipal Manoel Elias de Andrade, cerca de 125 estudantes têm contato regular com o pinhão, que é oferecido in natura e em várias preparações. Os alunos não só se alimentam, mas também aprendem sobre o cultivo da araucária. Isso é educação em ação!
O Que Observar
- A lei incentiva a inclusão do pinhão na merenda escolar.
- O pinhão deve ser adquirido de agricultores familiares.
- Urupema já aplica a inclusão do pinhão nas escolas.
- Os alunos estão aceitando bem o pinhão na merenda.
- A comunidade está engajada nas atividades sobre o pinhão.
Conclusão
Portanto, a Lei nº 19.130/2024 é mais do que uma simples legislação; é uma oportunidade de ouro para Santa Catarina. Ao apoiar a inclusão do pinhão na merenda escolar, você está investindo no futuro dos nossos jovens e na saúde da economia local. Não fique de fora dessa! Vamos juntos fortalecer a agricultura familiar e celebrar nossa cultura. A hora de agir é agora!
Fonte: jornalrazao.com




