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Safra da Tainha 2026: Oportunidade ou Armadilha?

Paulo Chaves

01/05/26
Safra da Tainha 2026: Oportunidade ou Armadilha?

A partir de 1º de maio de 2026, a Santa Catarina dá início a uma das temporadas mais tradicionais do seu litoral: a safra da tainha. Mais do que uma atividade econômica, essa pesca representa um patrimônio cultural que movimenta comunidades inteiras. Mas, com as novas regras estabelecidas, é hora de se perguntar: você está preparado para aproveitar essa onda ou vai ficar na areia?

Novas Regras e Oportunidades

O Ministério da Pesca e Aquicultura publicou uma nova portaria que estabelece regras e limites de captura, ampliando em cerca de 20% o limite total em relação aos anos anteriores. Isso é uma boa notícia para os investidores e pescadores, mas também traz riscos. O que você vai fazer com essa informação?

Cotas de Captura Específicas

As cotas foram definidas para cada modalidade de pesca. O emalhe costeiro de superfície terá um limite de 2.070 toneladas nas regiões Sudeste e Sul. O emalhe anilhado contará com uma cota de 1.094 toneladas, com limite de 15 toneladas por embarcação. E não esqueçamos do arrasto de praia, que terá uma cota de 1.332 toneladas. Se você está pensando em investir nesse setor, é crucial entender essas limitações.

Calendário de Pesca

O calendário também foi definido. O arrasto de praia terá temporada aberta de 1º de maio a 31 de dezembro de 2026. Já o cerco/traineira poderá operar entre 1º de junho e 31 de julho. Essas datas são fundamentais para planejar investimentos e operações. Você está pronto para entrar nesse jogo?

Monitoramento e Sustentabilidade

O monitoramento da atividade será realizado pelo programa PesqBrasil, com exigências rigorosas. O emalhe anilhado será interrompido ao atingir 85% da cota coletiva, enquanto o arrasto de praia será interrompido aos 90%. Isso significa que a sustentabilidade está em jogo. Você vai se adaptar ou vai ficar para trás?

O que observar

  • A safra da tainha começa em 1º de maio de 2026.
  • Limite total de captura ampliado em 20% em relação aos anos anteriores.
  • Cota do emalhe costeiro de superfície: 2.070 toneladas.
  • Cota do arrasto de praia: 1.332 toneladas.
  • Monitoramento rigoroso pelo programa PesqBrasil.

Conclusão

O cenário da pesca artesanal na Santa Catarina está mudando. Com Florianópolis e Bombinhas como polos dessa prática, as oportunidades são vastas, mas os riscos também são reais. Se você quer surfar essa onda, é hora de se preparar. Não fique na areia enquanto outros aproveitam a maré. A ação é agora!

Fonte: estado.sc.gov.br

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